29 de outubro de 2014

Pra uns e outros não

Faz tempo que eu espero para comentar sobre um assunto que foi bastante explorado no período da Copa do Mundo. Lembram-se daquelas matérias que diziam que o deputado Henrique e o ministro Garibaldi tinham dado carona para alguns parentes em aviões da FAB?

Pois bem. Hoje, me deparo com a matéria que fala sobre as "merecidas"férias da presidente Dilma, na base naval de Aratu - BA. Não é a primeira vez que Dilma e Lula passam férias nessa base naval, que todo um esquema de segurança a disposição do presidente e sua família. Aí, aqui eu faço uma pergunta: presidente do Brasil e sua família pode passear de avião, curtir férias, ter um sistema de segurança caríssimo a disposição e um ministro ou deputado não pode dar uma carona?

Não é por ser Garibaldi nem Henrique, nem muito menos Dilma. Trago esse assunto pela hipocrisia que foi feita na época. Na minha opinião não deveria valer para ninguém e ponto.

Previsão de clima quente para próxima eleição

A eleição desse ano sinalizou para uma coisa muito grave que deverá ocorrer no próximo pleito municipal. Acusações mentirosas, boatos maldosos, informações distorcidas e a vida privada dos candidatos sendo expostas de forma irresponsável em redes sociais. Para uma cidade pequena como Upanema, acredito que os ânimos deverão ferver dez vezes mais que nesta eleição. Tem tudo para não ser uma eleição com um bom nível e a rivalidade política deverá chegar a extremos. Vamos torcer para que a Justiça Eleitoral tome providências no sentido de impedir que cheguemos a essa situação.

28 de outubro de 2014

De volta

Quem retorna a blogosfera é o nosso amigo Glasdton Bezerra. De uma capacidade crítica natural, "Didil" contribui bastante com o debate de ideias e assuntos de interesse de nossa comunidade. Parabéns pelo retorno.

27 de outubro de 2014

Parabéns eleitores vitoriosos

Queria parabenizar todos os eleitores de Dilma e Robinson Faria em Upanema, pela vitória dos mesmos nesse segundo turno. Boa sorte e torcemos para que os dois possam entender o recado das ruas, que o povo quer mudança de verdade, de atitude e de ações, não de nomes apenas.

24 de outubro de 2014

Nova função: entregador de chapinha

O enviado do prefeito ao Assentamento Lagoa Vermelho não fez um bom trabalho não. Chegou, entregou a chapinha de Henrique e foi embora. Desse jeito num é pedir voto, é entregador de chapinha e dos caros. 

21 de outubro de 2014

Traição e fraqueza no cenário político de uma cidade do interior do estado

Em uma cidade do interior do estado, um grupo familiar se juntou com o objetivo de indicar um nome do mesmo para compor o quadro do primeiro escalão da administração municipal. Uma secretaria era o objetivo do grupo que em sua grande maioria tinha votado no prefeito. Conversaram com o mesmo e ficaram de dar um nome para a determinada secretaria. Escolheram um nome, mas não foi do agrado do prefeito, ou do grupo dele, pois o nome não tinha votado nele e com isso, segundo a lorota dele, causava muito desconforto entre os aliados. O prefeito então pediu um tempo para tentar acalmar os ânimos dos aliados de primeira hora. Só que enquanto o grupo familiar dialogava para escolha o nome, o prefeito foi com um vereador que aderiu para o seu grupo depois de eleito pela oposição, oferecer a secretaria para um candidato a vice-prefeito adversário dele na última eleição. O candidato a vice não aceitou e preferiu seguir na oposição.

Moral da história: o grupo familiar pensava uma coisa e o prefeito queria era outra. Desprestígio total de um grupo que se articulou para uma coisa e foi traído pelo prefeito, pois se o candidato a vice-prefeito, adversário do prefeito atual, tivesse aceitado, com que cara o grupo familiar ia ficar?

Diante da situação a família do nome indicado se revoltou com o descaso do prefeito e caráter irreversível não aceitou mais a secretaria.


20 de outubro de 2014

Varzea

Nessa  escuridão, pra saber  onde a bola tá, só botando um chocalho. kkkk

19 de outubro de 2014

Campeonato Municipal é uma várzea no sentido pejorativo mesmo

Como todos sabem, nosso blog sempre manteve uma linha dura contra o descaso com que a atual administração trata o esporte local. Esse tratamento dado ao esporte, não me surpreende, pelo contrário, tinha absoluta certeza que o esporte ia ser um dos pontos mais negativos dessa administração, principalmente pela falta de interesse do prefeito, que nunca demonstrou ser um desportista, muito menos apoiar o esporte. Sua equipe tem enorme boa vontade, mas tem maior ainda na falta de humildade e competência. Não pode dar certo!

Vivíamos criticando a condução do esporte local durante esse período que já dura quase dois anos (passa ligeiro viu). O esporte resumia-se a amistosos com times de outras cidades. A iluminação do estádio Freirão foi inaugurada em 2013 na festa dos 60 anos de Upanema, mas só voltou a funcionar, exatamente um ano depois, na festa de emancipação desse ano, com a abertura do campeonato municipal. Foi aí que eles tentaram mostrar alguma coisa para tentar amenizar as duras críticas nossas, dos desportistas e da sociedade, principalmente depois de negar o estádio ao Upanema Futebol Clube. Mas, como eu disse no começo, com um povo desses, não pode dar certo.

O campeonato hoje é uma várzea no sentido pejorativo mesmo!
·         *  Iluminação de péssima qualidade;
·         *  Arbitragem amadora e sem capacitação, aliada a falta de pagamento dos mesmos;
·         *  Descumprimento do regulamento;
·         *  Uniformes “despadronizados”;
·         *  Falta de segurança;
·         *  Péssimas condições do gramado;
·         *  Falta de gandulas;

Todos os itens colocados acima refletem uma coisa: falta de organização, ou desorganização, como queiram. O que aconteceu ontem na quinta rodada, explica tudo o que eu disse nos tópicos que coloquei. Comecei assistindo o segundo jogo da rodada pelo blog do Professor Josiel. No primeiro já tinha acontecido uma pancadaria entre os jogadores que forçou a encerramento do jogo faltando 20 minutos para o término normal. Detalhe: não tinha segurança. A explicação do Coordenador de Esportes, Junior Miau, em entrevista a rádio, era que a Polícia tinha ido abastecer a viatura, mesmo ele tendo avisado os horários dos jogos de forma antecipada, segundo ele. Ou seja, passou o primeiro tempo, quase todo o segundo tempo e a Polícia não apareceu. A Polícia chegou no segundo jogo.

Já à noite, nossos colegas apaixonados pelo esporte, Tarcísio Teixeira e Jair Afonso, com o maior esforço tentavam transmitir o jogo diante de uma iluminação que se assemelhava a luz de lamparinas. Diante da dificuldade em enxergar, Tarcísio, com seu bom humor tradicional e seu senso crítico soltou essa: para saber onde a bola tá nessa escuridão, só botando um chocalho na bola. Kkkkkk. (Essa vai pra coleção de Fabiano Jr. viu Tarcísio). Jair chama Tarcísio para anunciar uma substituição. Ele diz: sai fulaninho com a camisa 11 e entre fulaninho com a camisa 11. Você só faz trocar o nome, a camisa é a mesma Tarcísio. Por um instante fiquei pensando que Jair estava doido ou se enganou com os números. Logo em seguida ele explicou que era porque o time tava usando uns coletes que só tinha numeração até o número onze. Aí eu não agüentei e fui conferir pessoalmente essas presepadas. Chegando lá, que decepção. A iluminação minha gente é péssima qualidade, para piorar, refletores apagados. O gramado não existe mais. A marcação do campo é feita de cal, coisa que não se usa mais, é proibido por causar queimaduras em atletas alérgicos. Quando há uma disputa, a poeira do campo de terra e a cal sobem e parece mais uma vaquejada, quando o vaqueiro derruba o boi. Ridículo, vergonhoso, triste.

Para completar, os dois times estavam com ternos de cores parecidas, aí deram uns coletes pretos, ridículos também, numa clara falta de organização. Aliás, em outro jogo, um atleta jogou com o uniforme diferente do time, pois teve autorização da coordenação do campeonato. Segundo nos informou um jogador, o regulamento prever que jogadores menores de 16 anos não podem jogar. Só que ontem um jogador de 15 anos jogou com autorização do coordenador, que mais uma vez teria passado por cima do regulamento. Se isso aconteceu, é várzea mesmo!

A arbitragem merece um destaque, pois a rodada tinha realização incerta até poucas horas antes. O motivo era a falta de pagamento dos árbitros, que, aliás, foi dito por uma pessoa séria que os de Mossoró não vinham mais pela dificuldade em receber da organização do campeonato. Só sei que de última hora arranjaram dinheiro para pagar os árbitros de Upanema. Coitados, eram toda hora criticados de forma veemente por ambos os times, pela torcida e pareciam estar numa brincadeira entre amigos, pois os bandeirinhas davam atenção ao que a torcida dizia e ficavam discutindo, conversando sobre os lances. Que coisa!

O cenário bisonho que se completou com a informação de que um torcedor tinha feito uma cotinha para pagar a uns meninos servirem de gandulas. É demás!
Fui embora quando o árbitro deu os acréscimos e depois fiquei sabendo que tinha sido de 5 depois de mais 5, provocando o empate de uma equipe nos acréscimos. O total dos acréscimos eu não sei de verdade, pois não estava lá. Só sei que não foi pouco. A confusão se estabeleceu e torcedores invadiram o campo e a Polícia teve que agir.

Ou seja, é um conjunto de fatores que levaram a um caos. A culpa é do coordenador de esportes? Também é! Agora não tenho dúvidas que a culpa maior é do prefeito. Quem nomeou o coordenador foi ele. Se o campo tá na situação que tá, a culpa é dele como gestor, se não pagam a arbitragem, a culpa é dele, quer dizer, pode ser que seja de quem manda no dinheiro, não sei se é ele nesse caso. 

Não vejo perspectiva de melhorias. A mudança foi pra pior mesmo!